Ser feliz é viver exercitando nosso máximo potencial.
Ser feliz requer algumas atitudes fundamentais:
– Não entregar-se a si mesmo, aos próprios pessimismos e fraquezas.
– Não deixar-se vencer pelos próprios defeitos de personalidade.
– Não ser derrotado pelos próprios caprichos pessoais, fontes de egoísmo.
São bastante comuns as autojustificações para condutas e comportamentos que rompem nosso equilíbrio interior.
Se queremos ser emocionalmente saudáveis, devemos andar pelo caminho da virtude, que fortalece nossa vontade.
A busca da felicidade se transforma em uma forma de alienação quando centrada em nós mesmos.
Hoje podemos observar uma filosofia imperante que drena a vida de quem a assume, é avessa ao conceito de verdade e espalha seu indiferentismo com requintes de superioridade, contagiando quem a segue. São os modernos gnósticos, que se tem por superiores em sua visão de mundo e conhecimento da realidade!
Defendem o absolutismo de suas ideias, vivendo no relativismo das suas opiniões e no autoengano.
Sem o perceberem tentam criar a própria realidade a partir de devaneios pessoais, que escondem carências, desafetos, infantilismos.
Pensam que a felicidade pode ser fabricada ao bel-prazer.
Eis a fonte do mal-estar e desequilíbrio do nosso tempo.


