Pelo que estamos vivendo, a solidariedade deveria ser a nova cara do capitalismo nos próximos anos.
Apesar do G20 declarar a injeção de 5 trilhões na economia global, sabemos que o dinheiro não resolverá tudo.
É necessária uma colaboração ampla entre os países e entre todos os setores da sociedade, deixando de lado a lógica do “cada um por si”.
É chegado o momento de tingir o capitalismo com a cor da solidariedade, perfeitamente compatível com a livre iniciativa e a liberdade individual.
Nenhum trabalho colaborativo será maximamente eficiente se não for regido pela lógica do compromisso e do desprendimento. É o que aprendemos na liderança de equipes e de organizações. Comprometer-se com o Bem Comum não significa ignorar as próprias necessidades, mas coloca-las no seu lugar. Ser desprendido significa ter um espírito altruísta, que abre as portas à empatia.
Num mundo onde estamos sempre com pressa, é o momento de educar para a solidariedade que encurta as distâncias e diminui as diferenças, que nos foca no importante.
Mudemos nosso paradigma!
O interesse próprio deve ceder lugar ao espírito de serviço: alma da sociedade.
Sem ele, o egoísmo se desborda, não existe interesse genuíno pelos demais, não encontramos o fundamento para o amor.
Como ficam as empresas e sua responsabilidade social no momento em que sabemos do período doloroso que se seguirá para a recuperação econômica e, especialmente, dos postos de trabalho que foram perdidos?
Convidamos você a participar de uma série de webpanels sobre o tema Responsabilidade Social Empresarial pós-pandemia.
Os diferentes webpanels foram idealizados em parceria com Marcos Kisil*, Professor Titular da Universidade de São Paulo, Faculdade de Saúde Pública, Fundador e Membro do Conselho Deliberativo do IDIS – Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social, e membro dos Conselhos do Instituto McDonald, da SAVE (Birds Life International), do Conselho Social da FIESP/CIESP.


