Diversidade demanda Maturidade, Humildade e Sabedoria
Sobre o tema da diversidade com o olhar do conselho. A simples menção do termo diversidade pode gerar ansiedade e conflito.

Convidamos você para repensar conosco os princípios, dilemas e caminhos da Governança em uma série de painéis mediados por nossos professores com a presença de profissionais experientes de mercado.
Quinta, 12/8 das 8h30 às 10h online
A dicotomia entre a Confiança e o Controle no Conselho
Caminhos para estratégia e aconselhamento
Sexta, 27/8 das 8h30 às 10h online
A real contribuição do Conselho: criar valor e perpetuar o negócio
Conciliar compromissos de curto prazo com a construção responsável do futuro
Terça, 14/9 das 8h30 às 10h online
PESG – Decisão Centrada na Pessoa
A sustentabilidade só é possível com
as pessoas em primeiro lugar
Quinta, 12/8 das 8h30 às 10h online
A dicotomia entre a Confiança e o Controle no Conselho
Caminhos para estratégia e aconselhamento
Como construir confiança entre conselho e corpo diretivo? Quando é preciso ter mais ênfase sobre as alavancas de controle formais? Quando uma função ganha maior importância do que a outra? Em vista destes questionamentos, em qual pilar se centra mais a formação de novos conselheiros?
O relacionamento entre Conselho de Administração e o corpo executivo de uma empresa em geral é pautado por monitoramento e aconselhamento. Ao mesmo tempo que os conselheiros são cobrados por terem controle sobre as decisões mais críticas tomadas pelos respectivos executivos, igualmente importante é que tenham condições de oferecer um aconselhamento estratégico de qualidade ao C-level.
A história é repleta de episódios em que problemas de governança e de pouco controle por parte dos CAs sobre o time executivo levaram a fraudes contábeis, problemas ambientais e crimes de informação privilegiada. A consequência foi a implantação crescente de controles cada vez mais rígidos, refletidos inclusive em regulações mais sofisticadas, como se fossem suficientes para solucionar os problemas.
Fica pendente uma discussão que permeia aspectos éticos e humanos, capazes de construir relações de confiança e empresas com reputação inquestionável. Em certo nível, não há dúvida, a obsessão pelo controle pode dificultar a construção de confiança entre quem aconselha e quem é aconselhado.
moderador
Marcos Citeli
Diretor dos Departamentos de Contabilidade e Controle e Análise de Decisões do ISE Business School.
Marco Tulio Zanini
Professor e pesquisador na área de Desenvolvimento de Lideranças e Cultura Organizacional
Marise Barroso
Conselheira – InterCement, Amata, Mills, Docile e Prática Klimaquip
Sexta, 27/8 das 8h30 às 10h online
A real contribuição do Conselho: criar valor e perpetuar o negócio
Conciliar compromissos de curto prazo com a construção responsável do futuro
Como os Conselheiros agregam valor às organizações?
O título de Conselheiro historicamente representava mais um reconhecimento do que responsabilidade perante a empresa. Durante décadas um dos principais focos dos Conselhos foi o resultado realizado, principalmente financeiro. Nos tempos “VUCA” (volátil, incerto, complexo e ambíguo) em que vivemos, as empresas precisam responder aos mais diversos desafios imediatos demandados pela sociedade, sem perder de vista a sustentabilidade perene. São esperados resultados de qualidade no presente como parte da construção do futuro.
moderador
Fernando Bagnoli
Diretor do Departamento de Direção Geral e Professor de Análise de Situação de Negócios do ISE Business School
Gabriela Baumgart
Conselheira – Grupo Baumgart, IBGC, SBVC, Capitalismo Consciente, Track&Field e MAM
Paulo Vasconcellos
Conselheiro – Serra Azul Water Park, Viacerta Financiadora
Terça, 14/9 das 8h30 às 10h online
PESG – Decisão Centrada
na Pessoa
A sustentabilidade só é possível com as pessoas em primeiro lugar
No desafio de traduzir o ESG para realidades distintas, é patente que os critérios “S”ociais compõem uma agenda robusta que inclui importantes interesses da sociedade como direitos humanos, trabalho infantil, e cidadania corporativa. Porém, esse “S” divide espaço com temas críticos para os colaboradores das empresas, como saúde e segurança, qualidade de vida, diversidade, inclusão e propósito.
O sucesso das empresas depende diretamente de seus colaboradores, de suas Pessoas. Essas são as mesmas pessoas que precisamos empoderar e capacitar para definirem o que o ESG representa nas suas vidas e nas suas empresas. São elas que estão diariamente tomando decisões nas corporações. O relacionamento com o trabalho tem evoluído profundamente a cada nova geração introduzida no mundo corporativo, com crescente aderência a temas ESG. Para realmente darmos a ênfase necessária às Pessoas no ambiente de trabalho e às empresas serem competitivas, o acadêmico “Jordi Canals” do IESE defende a necessidade de adicionarmos o “P” ao acrônimo, assim expandindo o conceito para “PESG”.
É comum que o ESG impacte a empresa como uma diretriz “externa”, orientada por índices que avaliam indiscriminadamente empresas de indústrias, tamanhos, histórias e países diferentes. Portanto não espanta a baixa convergência entre a pluralidade de índices que surgem a todo momento.
A necessidade de se fazer algo com escala e velocidade suficiente para alterar as nossas trajetórias ambientais, sociais e de governança corporativa é evidente. Enquanto o movimento de “investimento de impacto” baseado nesses índices é enaltecido por alguns como a panaceia para todos os males sociais e ambientais, ainda falta articularem o mecanismo pelo qual os grandes objetivos ESG serão alcançados. Se o foco permanecer no desenvolvimento de metodologias e dados para ranquear as empresas, perderemos a nuance de entender o que ESG representa dentro do contexto específico de nossas empresas, com todas as suas complexidades. Deixaremos assim de nos aprofundarmos nos princípios, valores e propósito que devem nortear as atividades de todas as empresas dentro do contexto em que estão inseridas.
moderador
José Paulo Carelli
Diretor Geral do ISE Business School e Professor de Direção Geral, Direção Financeira e Ética nos Negócios
Fernando Modé
CEO do Grupo Boticário
Marta Pinheiro
Diretora Executiva ESG & Business Development – XP Inc
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